Bangkok: Guia de Viagem à cidade do pecado!

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Olá viajante! Nesse post vamos tratar da primeira parte de nossa jornada e turismo na Tailândia, contemplando sua capital e ponto de parada inicial, Bangkok.Wat Phra Kaew guardas palacio real

Nesse incrível guia de viagem Vamos passar também pela cidade de Ayutthaya, com diversos templos históricos maravilhosos. Essa cidade já foi a mais populosa do mundo – ideal para um day trip saindo de Bangkok.

Chiang Mai também não será esquecida. Cidade grande ao norte da Tailândia, famosa por conservar ainda costumes clássicos do país.
Se liga nos tópicos que vamos abordar nesse texto! Se quiser ir direto para qualquer um deles, basta clicar abaixo:

Guia de Viagem Bangkok

A cidade de Bangkok (Bangcoc/Bancoc, em português “brasileiro”), é uma das maiores metrópoles do mundo. São 14 milhões de pessoas morando somente em sua região metropolitana.

A cidade oferece atrações turísticas para os mais diversos tipos de viajantes. Para aqueles em busca de uma cidade fervilhante, Bangkok não é apelidada de Sin City (cidade do pecado) do Oriente sem motivo.

Bangkok é irmã de Las Vegas, a cidade que deu origem a referência “cidade do pecado”. Já se a parada for para um pitstop, tendo como destino as praias maravilhosas da Tailândia – Bangkok será uma bela introdução ao Sudeste Asiático.

Se você é um homem de negócios em busca de expansão ou mesmo desenvolver um novo business, a Tailândia tem uma economia punjante, com altíssimo crescimento nas últimas décadas.

A Uppermag viajou para a cidade e montou um guia completo para você aproveitar e conhecer tudo de melhor da cultura e região. Aperte os cintos!

Confira abaixo em um mapa exclusivo para você a localização dos melhores passeios, locais de hospedagem, restaurantes e até como realizar os trajetos em Bangkok. Clique no símbolo no canto superior esquerdo, ao lado do nome da cidade, para saber mais!

Onde ficar em Bangkok

Bangkok é uma cidade com várias opções de hospedagem. Desde redes de hotéis extremamente glamourosas, como Ritz e Hilton, até apartamentos de nativos, via Air Bnb. Você ainda pode ser hospedado por eles.

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Se o espirito da viagem é de mochileiro, a cidade oferece várias opções de hostels (albergues). Essa opção está cheia de jovens em busca de aventuras que caibam em seus bolsos.

Hotéis em Bangkok

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Em busca do melhor hotel da cidade, com diversas opções em diversão, relaxamento e atendimento VIP? Reserve algumas noites no Mandarin Oriental e tenha dias inesquecíveis. A diária é em torno de R$1000 por quarto.

Por R$160 a diária, você consegue um quarto bacana no Íbis que fica em ótima localização na cidade, e tem todo o serviço básico, suficiente para qualquer viajante.

Agora, se o espírito da viagem for de mochileiro, reserve algumas noites no PanPan Hostel – a diária por pessoa é a partir de R$30, e você terá a companhia de muitos mochileiros para explorar a Sin City Asiática ;).

Onde comer em Bangkok

gaganmenuSe você está em busca de experiências de alta gastronomia veio ao local certo. De acordo com especialistas do universo gastronômico, Bangkok possui os melhores restaurantes da Ásia.
A revista Restaurant elegeu em 2015 os melhores restaurantes do mundo, e o líder do continente Asiático é o restaurante Gaggan que oferece uma cozinha indiana contemporânea.

Além disso ele já foi matéria de um episódio de Chef’s Table no Netflix! Confere aí!

Caso esteja em um turismo em Bangkok mais econômico, e quiser boas opções em custo/benefício, mas que ainda sejam reveladoras da cultura tailandesa, confere a seleção de restaurantes da Uppermen:

A cidade também é ideal para provar comidas em barracas de rua e testar comidas locais.

Se você for destemido, pode pedir aleatoriamente em um cardápio escrito em tailandês. Cruze os dedos e adivinhe o que está para comer.

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Na famosa rua dos mochileiros – Khaosan Road, muitos vendedores passam com seus carrinhos com insetos fritos.

Baratas, moscas, minhocas, grilos e até escorpiões estão entre as ofertas. Esses carrinhos atraem a atenção dos turistas, que tiram muitas fotos, mas são raros os que experimentam as iguarias.

 

Como chegar em Bangkok

Bangkok é uma das principais portas de entrada para o Sudeste Asiático. Seu aeroporto – Suvarnabhumi – é gigantesco, recebendo milhares de turistas diariamente.

O aeroporto Suvarnabhumi fica a 30 quilômetros do centro da cidade – leva aproximadamente 30 minutos de carro (a depender do tráfego). O caminho por carro mais rápido é pela freeway elevada.

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No entanto, existem caminhos alternativos que podem tomar muito mais tempo, devido ao famoso trânsito de Bangkok, que possui mais de 13 milhões de veículos nas ruas.

Nossa sugestão é usar o trem expresso, que sai do aeroporto a cada 30 minutos e leva menos de 20 minutos até o terminal de Phaya, que leva ao metro da cidade – o custo é de 90 baht ida ou 150 baht ida e volta ($2.7 ou $4.5). De lá, você pode pegar um metrô ou táxi para seu destino final.

Olho aberto ao chegar em Bangkok – é bem provável que algum motorista te aborde, especialmente se seu nível de “turistômetro” estiver alto. Vão soltar algumas mentiras e pedir um valor abusivo, dependendo do que você aceitar.

Sempre pesquise e pergunte os valores e opções em diferentes lugares – a dica vale para a viagem toda! Os responsáveis pelos transportes abordam os turistas cobrando valores exorbitantes, aproveitando-se dos mais desavisados, oferecendo serviços de transporte de ônibus a limusines.

Ao negociar, prefira a opção do taxímetro, quase sempre é mais barato, já que o taxímetro só corre com o carro em movimento – ou seja, o trânsito é inimigo dos taxistas na Tailândia.

O custo comum de transporte para a cidade é 600 baht ($18) por um taxi, 1000 baht ($30) por um minibus e 150 baht ($4.5) por ônibus (os ônibus passam a cada hora).

Como circular por Bangkok

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Os tailandeses utilizam-se muito do Tuktuk para se transportar. Mas alugar um carro (ou moto se for bastante radical – é difícil se adaptar nessa cidade fervilhante), também são boas opções.

Para ir a outras cidades, vá de ônibus, trem ou avião. É comum encontrar passagens bacanas por menos de USD $100.

A estação de trem comporta saídas para os principais destinos do país, como Koh Samui ($10 a $46 dólares – dependendo da classe, e 10 horas de viagem), Phuket/Koh Phi Phi (17horas, incluindo mudança de trem para ônibus, por $34 ou $53 – depende do conforto pedido), Ayutthaya(1h30 e $0.50) e Chiang Mai (a passagem noturna custa $25 e leva 15horas de viagem).

Para mais informações confira http://www.seat61.com/Thailand.htm.

O metrô da cidade é bom, apesar de relativamente limitado. As passagens são baratas e cada estação custa um valor diferente – quanto mais distante, mais caro o valor do ticket a ser pago (conceito comum em cidades europeias).

Dependendo do local para ir (como Wat Po e Grand Palace), é necessário pegar uma balsa, o valor é simbólico e a travessia vale muito a pena!

O que visitar em Bangkok

A UPPERMEN traz as melhores dicas de passeios em Bangkok. Considerando um passeio de 2 dias na capital, anote aí os lugares para se visitar (para detalhes e impressões da visita, confira o relato de viagem lá embaixo!):

Templos em Bangkok

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Grand Palace – Palácio gigantesco com diversos templos internos construído pelo imperador do País. Para chegar ao Grand Palace saindo do centro de Bangkok, você leva aproximadamente 1 hora. Primeiro usando metrô e depois barco.

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Se você gosta de belas construções, reserve um período inteiro para visitação do local. Fato importante – vá com calça e vestimentas conservadoras, nada de short regata ou saias curtas – do contrário, terá que alugar vestes para entrar no local.

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Wat Pho – Magnífico templo próximo ao Grand Palace. Uma das construções guarda uma grande estátua de Buda reclinado com pés em um gigantesco bloco de madre pérola (3m x 4,5m) com 108 figuras representativas de Buda.

buda-inclinado-pes-madre-perola2013-05-31-04-19-45Nesse templo, houve o início do estudo e a disseminação da massagem tailandesa. Fica bem próximo do Grand Palace, você pode ir no mesmo dia.

O passeio por todo o templo, com pausas para fotos, leva 1 hora, mas se quiser relaxar, acrescente mais 30 minutos para a massagem no local ;). Recomendado!. Confira as fotos do lugar:

Wat Arun (Temple of Dawn) – Localizado próximo ao Wat Po, o Wat Arun fica localizado nas extremidades de um rio e tem uma pegada de construção bastante única em toda a Ásia.

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2013-05-31-05-15-462013-05-31-02-40-36São construções para visitas de turistas, com muitas escadas e detalhes para conhecer. A entrada custa 100 bahts, e são muitas as escadas para subir e tirar fotos superbacanas!

 

Rua Khaosan e Feiras

Khaosan Road – Reserve uma noite para conhecer a rua Khaosan, em que diversos turistas se amontoam em meio a bares, restaurantes, casas de massagem e lojas de todos os tipos. O local fica relativamente no centro da cidade, e o tempo do passeio depende de seu ânimo.

Feiras – Pergunte em seu hotel quais as melhores feiras para ir a fazer seu turismo em Bangkok. Um dos locais de compras mais famosos para turistas é o mercado flutuante, no qual você vai de barco de loja em loja para comprar desde joias até ternos.

Fuja desta furada – os motoristas vão te obrigar a comprar algo e você vai acabar perdendo tempo e paciência no passeio. Ninguém mais se encontra no local e existem negócios em mercados flutuantes, que ainda respiram devido aos turistas.

Leia Também: Guia de Viagem Para Tailândia

Guia de Viagem Ayutthaya

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Visitar Ayutthaya é voltar ao passado. O local, que já concentrou a maior cidade do mundo no século XVIII, antiga capital de império que levava seu nome, atualmente guarda diversos templos e ruínas magníficos.

Os antigos reis da região tinham grandes incentivos na construção de templos, haja visto que a construção e ajuda a religião era considerado positivamente em seu Carma, além de acrescentar ao histórico e a legitimidade daqueles no poder.

Se você for em Bangkok e tiver um dia de bobeira, não deixe de visitar a cidade histórica de Ayutthaya.

Confira abaixo em um mapa exclusivo para você a localização dos melhores passeios, locais de hospedagem, restaurantes e até como realizar os trajetos em Ayutthaya. Clique no símbolo no canto superior esquerdo, ao lado do nome da cidade, para saber mais!

Onde ficar em Ayutthaya

Não é realmente necessário passar uma noite na cidade, basta uma tarde com retorno para Bangkok (no meu caso, voltei em um trem somente com locais transportando animais como galinhas e porcos).

Caso tenha interesse em ficar um dia a mais no local para sentir a atmosfera, recomendamos o Classic Kameo para sua hospedagem –

the-good-view-restaurante-ayutthayaOnde comer em Ayutthaya

Visite o The Good View Restaurant que fica a alguns passos da estação de trem e também no lago que margeia a cidade (fique tranquilo que lá não tem dengue).

A comida é gostosa, o preço é justo e a tranquilidade é transcendental.

 

Como chegar em Ayutthaya

A maneira mais simples e econômica de ir para Ayutthaya é pegando um trem na estação central de Bangkok. A jornada dura aproximadamente 2 horas e a passagem para primeira classe é 250 baht (cerca de 22 reais), e para terceira classe 20 bahts (2 reais).

Como circular por Ayutthaya

Chegando na estação de trem você pode alugar uma bicicleta ou pegar um roteiro de táxi. Se estiver muito quente, ignore o orgulho e busque um guia turístico com táxi – a diária com guia completo, entrada em templos, pausa pra fotos e retorno podem sair por 700 bahts (70 reais).

O que visitar em Ayutthaya

Cheia de templos, é a cidade ideal para quem busca tranquilidade e ruínas antigas. Se for pegar um táxi, ele certamente vai te levar aos principais pontos, mas se estiver de bicicleta, não deixe de visitar as seguintes atrações:

Wat Phra Sj Sanphet – Esse monastério um dia foi o templo mais importante de todo o império Ayutthaya, localizado em uma área de domínio real.

A construção serviu de inspiração para a construção do Buda Emerald Temple em Bangkok. Em 1350 o príncipe Prince U-Thong ordenou a construção de um palácio que teria três construções de madeiras principais.

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Wat Chaiwattanarm – Foi um templo real em que reis e seus sucessores praticavam performances religiosas – inclusive a cremação de reis e príncipes. O formato do templo remete ao universo budista.

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Wat Phra Mahthat – Lindo templo com ruínas do império Ayutthaya. Lá, encontra-se a icônica figura de uma cabeça de Buda entre raízes de antigas árvores – fato que leva a muitas explicações religiosas.

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wat-yai-chai-mongkol-budas-solWat Yai Chai Mongkol – Incrível templo budista. Dado sua estrutura, considera-se que o templo foi construído antes mesmo de Ayutthaya, quando a região era dominada pelos Burmanos. O rei de Atyutthaya, U-Thong dedica o monastério para os monges que foram estudar Budismo no Celião.

 

 

 

 

Guia de Viagem Chiang Mai

Localizada no norte da Tailândia, Chiang Mai é a segunda maior cidade do pais, sendo referência e centro da cultura tradicional tailandesa.

Visite o local para conhecer mais da Tailândia histórica, ter contato com locais e festivais tradicionais, e também como ponto de partida para ecoturismo.
Confira abaixo em um mapa exclusivo para você a localização dos melhores passeios, locais de hospedagem, restaurantes e até como realizar os trajetos em Chiang Mai. Clique no símbolo no canto superior esquerdo, ao lado do nome da cidade, para saber mais!

Onde ficar em Chiang Mai

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A cidade possui hotéis de muito luxo e qualidade mundial, nesse caso, confira o luxuoso The Dhara Dhevi.

Se busca algo mais em conta, mas com ótima qualidade, reserve o Shewe Wana Boutique – a diária é abaixo de R$200.

Agora, se sua intenção é pagar pouco e conhecer gente bacana, hospede-se no Big and O’s House – o staff é maravilhoso!

Onde comer em Chiang Mai

Existem diversos restaurantes em conta que servem comidas típicas locais ou clássicos mundiais. Se você tiver sorte, pode estar rolando uma feira típica na cidade em que todo tipo de comida tradicional é vendida. Confira nossa seleção de restaurantes:

Como chegar em Chiang Mai

Você pode pegar um ônibus vindo de Bangkok (a passagem custa a partir de 600 Baht e leva 9 horas – ótimo para um night bus); pegar um vôo – leva menos de 2 horas de Bangkok, e custa aproximadamente 750 Baht mais os custos de transporte entre cidades e aeroportos.

Existe também o transporte por trem, mas nos últimos anos este não está sendo muito bem recomendado por questões de segurança.

Como circular por Chiang Mai

Se tiver palmilhas novas no sapato, ande. Ande sem rumo e sem fim para conhecer a real Tailândia. Perca-se, talvez você se encontre em um templo em horário de oração dos novos monges e ter a oportunidade de viver essa atmosfera.

Táxis e tuktuks estão sempre à disposição para quando você estiver cansado ou sem tempo (ou se for preguiçoso mesmo).

O que visitar em Chiang Mai

A cidade possui diversos templos e uma arquitetura mais provinciana. Os templos de visitação obrigatória são:

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Wat Phra That Doi Suthep

 

 

 

 

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Wat chedi luang

 

 

 

 

elefante-banana-chiang-maiSe tiver tempo, não perca a oportunidade de fazer passeios na natureza na região – altamente recomendado! São diversas as opções, desde um dia de viagem, 2 dias e até uma semana.

Durma nas montanhas, faça rafting nos rios e ande nos elefantes na selva tailandesa. Aventure-se!

A equipe Uppermag deixou um viajante por lá com um bloquinho de notas e caneta, nele foi anotando as experiências da viagem. Confere aí o resultado!

Roteiro de Viagem à Tailândia

Planejei pra caramba esse roteiro de viagem para a Tailândia e estava ansioso para chegar logo e vistar aqueles pontos turísticos monumentais como os templos. Vou fazer um relato de viagem completo para vocês dessa viagem emocionante.

Dia 1 – Roteiro de Viagem Bangkok

Cheguei na manhã do primeiro dia ao meu hostel, por volta das 10 horas, depois de longas 26 horas no avião. Fiz minha escala em Paris.

O hostel que fiquei fica localizado próximo à estação Sala Daeng do metrô, – demorou pouco mais de 1 hora do metrô do aeroporto de Bangkok até o albergue.

Ao entrar no albergue, encontrei com uma funcionária que não entendia absolutamente nada de inglês e que em pouco podia me ajudar.

Estava exausto, suado e cansado, mas inquieto para ficar as próximas horas parado no lounge do lugar. Então, resolvi deixar minhas malas por lá e retornar mais tarde, no horário inicialmente combinado para realizar meu check-in – às 14 horas.

Visita a Pontos Turísticos de Bangkok

Já havia pesquisado os principais pontos turísticos de Bangkok, e logo parti para o Royal Grand Palace, complexo construído em 1782.

O Rei Rama I, ao construir o Grand Palace, decidiu pela mudança da sede central de seu governo e lá construiu todo um complexo para a residência real, com salas religiosas, fortes militares e salões de governo. Seu tamanho é monumental, ocupando área de 218.000 metros quadrados.

A locomoção até o local se deu de metrô (25 bahts) e barco (40 bahts). No caminho, entre o porto e o palácio, fui abordado inúmeras vezes por locais em feirinhas vendendo as mais diversas bugigangas.

Desde comidas exóticas e frutas, passando por mochilas e roupas, até artesanatos, flores e mesmo itens eróticos, sobretudo para o público feminino. Só comprei uma água de 500ml (10 bahts).

O calor estava intenso e eu, cansado e suado, estava usando uma bermuda.

2013-06-01-05-18-59Eis que ao chegar no templo me deparo com anúncios vetando, dentre outras vestimentas (como regatas e vestidos), o uso do short. Assim, na entrada do templo tive de alugar uma calça, por sinal de respeito.

 

 

2013-05-31-02-08-32O local é belíssimo, com construções muito suntuosas que revelam muito do pensamento e até mesmo da crença do povo. Aproveitei a presença na maior sala religiosa para, junto de 4 monges, meditar um pouco.

Após cerca de 3 horas de visita ao local, e centenas (literalmente) de fotos tiradas, encerrei minha visita ao Grand Palace e me dirigi ao Wat Pho, famoso templo próximo ao palácio.

 

 

Emerald Buddha Temple e Massagem Tailandesa

Paguei 100 bahts pela visita, ganhei uma água (somente turistas tinham tal privilégio) e me deparei com uma figura de Buda gigantesca (43 metros de comprimento). Seus pés eram feitos com um grande bloco de madrepérola de 3m x 4,5m com 108 símbolos de Buda tolhidos, (cada símbolo representava uma forma ou sinal de Buda). A estátua também é conhecida como Emerald Buddha Temple. Magnífica!

Aproveitei a presença no local para realizar minha primeira massagem tailandesa, tendo em vista que o templo foi o pioneiro no desenvolvimento da técnica. Paguei 280 bahts e escolhi pela massagem corporal de 30min… e me arrependi.

Fiquei arrependido, pois devia ter escolhido a massagem de 1 hora. A massagem tailandesa se difere das demais por ser bastante pesada e intensa e com foco em pontos específicos do corpo, como se estivesse combatendo, a cada momento, uma tensão muito pontual.

Saí de lá relaxado e agradecido pela oportunidade que tive. De fato, a meditação e a massagem estavam surtindo o efeito que estava procurando.

Precisava voltar ao hostel, pois a tarde já estava chegando ao fim. Estava extremamente cansado e meu corpo clamava por um banho no tempo extremamente quente e abafado da cidade (cerca de 34 graus).

Na volta, entrei correndo no barco e sem nenhuma indicação, acabei me perdendo; decidi descer na primeira oportunidade e resolvi almoçar em um bom restaurante turístico enquanto esperava pelo próximo barco.

Pedi camarões com curry verde, uma cerveja e bolinhas de arroz ao molho de leite de coco gelado de sobremesa, paguei 250 bahts pela refeição (8 dólares).

Khao San Road (Rua dos Mochileiros)

Voltei ao hostel e descansei. Procurei por companheiros para conhecer a noite tailandesa, sem sucesso. Acabei indo sozinho a Khao san Road, conhecida como rua dos mochileiros. Escolhi ir de Tuk Tuk para conhecer o famoso meio de transporte – paguei 250 bahts cada trecho.

No caminho até o Tuk Tuk foi indagado ao menos 5 vezes para comparecer a shows eróticos ou se não queria uma companhia. Isso tudo em uma avenida comum da cidade – fui abordado mais do que em uma visita normal à Rua Augusta.

A Khaosan Road é repleta de diversos bares, alguns mais animados e com pessoas muito loucas, e outros mais tranquilos, tocando pop/rock/rap/eletrônico ocidental.

Havia diversos turistas nas ruas, das mais diversas nacionalidades, perfis e idades, todos envoltos por inúmeras barracas vendendo bugigangas.

Na rua, enquanto os pedestres caminhavam, diversas barraquinhas de comida passavam – resolvi matar a fome com um noodle com ovos e frutos do mar (15 bahts, ou 1 real). Haviam também diversos insetos fritos à venda para os turistas mais curiosos – baratas, grilos e larvas.

Andei um pouco pela região para sentir o clima. Senti que pouco me agregaria a noite. Terminei de fazer uma massagem no pé, 120 bahts por 30 minutos, e voltei ao hostel.

Dia 2 – Roteiro de Viagem Bangkok

Acordei um pouco mais tarde pois estava muito cansado do dia anterior, após longa viagem e também tinha conhecido três dos principais pontos turísticos da capital da Tailândia.

Em torno das 10:30 sai do hotel rumo a maior feira da cidade. Dei uma volta, mas logo me cansei do ambiente bastante lotado e com muitas porcarias a venda e, como não tinha espaço e disponibilidade em mala, nada podia comprar.

Até que havia algumas coisas interessantes com o preço bastante acessível, mas não estava no clima.

Dei uma volta na região e encontrei um shopping subterrâneo, no qual tive uma das experiências mais bizarras de minha vida – lá estavam ocorrendo audições para uma espécie de “American Idol” tailandês, com enfoque em covers de músicas japonesas e coreanas. Ver tailandeses vestidos como personagens de desenho e cantando as músicas foi surreal.

Feira das Flores

Parti rumo a feira de flores da cidade (a Tailândia é um pais produtor e exportador de flores). Peguei o metrô e então o barco para a região.

Havia diversas flores, sobretudo orquídeas, em arranjos lindos e curiosos – se morasse na Tailândia certamente um dos presentes comuns à minha parceira seriam flores e arranjos florais diferentes.

Fui almoçar. Me deparei com um restaurante bonitinho e frequentado por locais e não tive dúvida, fui me aventurar. Pedi de entrada bolinhos de peixe com salsa picante; prato principal noodles de arroz com frutos do mar; a bebida foi um chá clássico tailandês, e a sobremesa bolinhas de farinha herbal no leite de coco. O valor total da refeição foi de 240 Bahts (8 dólares).

Em seguida, fui ao Wat Arun (Temple of Dawn), que se localiza na outra borda do rio. Paguei pela travessia o preço simbólico de 3 Bahts e tirei centenas de fotos do monumento. Belissimo!

Voltei ao hotel, tomei banho e me arrumei para meu passeio noturno.

Visita a Siam

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Fui até a região de Siam, tida como a área mais nova e desenvolvida da cidade. Chegando lá me deparei com dois belos shoppings com as mais diversas lojas de grife; rapidamente dei uma olhada nas mercadorias vendidas e em seus preços – de fato muito mais barato que o praticado no Brasil.

Do lado de fora do shopping, estava acontecendo uma campanha publicitária de uma marca de sucos e leites da Tailândia e, aparentemente, um cantor de músicas adolescente da região estava sendo o mestre de cerimônias cantando e levando as meninas a loucura.

Foi interessante ver como a histeria e alucinação coletiva de jovens por algum ídolo musical, muitas vezes com traços muito parecidos, tornou-se algo universal.

Parti para o shopping novamente e, dentre as inúmeras ótimas opções de restaurantes, escolhi um restaurante tailandês para experimentar algum outro prato típico. O escolhido foi um caranguejo gigante com curry amarelo. Deliciosa opção! (400 Bahts).

Retornei ao hotel, pois no dia seguinte iria partir cedo para exploração em outra cidade. Tive a sensação de dever cumprido em Bangkok.

Dia 3 – Roteiro de Viagem Atthuaya

Depois de uma noite infernal no hostel, na qual algum diabo ficou batendo na porta da entrada as 3 da manhã, por terem perdido a chave, acordando todo o albergue e meu companheiro de beliche aparentemente levou um(a) local para o quarto e começou transar.

Pense numa situação incômoda!

Fiquei acordado e com sono, mas ao mesmo tempo sozinho, enquanto o menino estava com mais 2 amigos no quarto. Fechei o olho e acordei as 7 da manhã para pegar o trem das 8:20 em direção à Ayutthaya, antiga capital da Tailândia (a real capital de um dos maiores reinos do sudeste asiático, que se localizava na mesma região).

A população era estimada em mais de 1 milhão de pessoas em 1700 – já foi a maior cidade do mundo em termos de população! Ela era uma das maiores cidades do mundo na época. Entretanto, em 1767 a cidade foi completamente destruída pelo exército de Burma, restando parte de suas ruínas como patrimônio histórico.

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Cheguei a estação de trem da cidade às 9:50, e estava decidido a seguir um conselho que recebi no hostel – pegar uma bicicleta e fazer um tour por conta própria. Entertanto, o calor infernal na cidade (facilmente acima de 35 graus, abafado), me desanimou.

Enquanto estava analisando o mapa da cidade percebi que para ver de tudo levaria mais do que um dia de bicicleta e certamente seria muito cansativo – além da grande chance de me perder =p.

Fui abordado por um motorista que me ofereceu um tour pela cidade durante todo o dia. Depois de barganhar fechei o preço do passeio por 8 pontos turísticos em Atthuaya, com pausa para almoço, por 700 bahts.

Templos em Atthuaya

Assim, na cidade cheia de templos, visitei as principais ruínas e construções, todas exalando história. Destaque principal para a cabeça de Buda que misteriosamente surgiu entre as raízes de uma árvore (???).

img_5146No fim, valeu muito a pena fazer um tour de táxi – cada descida para pontos turísticos em Atthuaya, eu ficava por meros 30 minutos, debaixo de muito sol e calor, o que já me deixava cansado. Ar condicionado é bem de primeira necessidade lá.

Almocei na borda do rio da cidade (também conhecida como Veneza do oriente), e parti para a estação, pegando o trem às 15:00.

À noite, depois de um merecido descanso no fim da tarde, fui para o moderno prédio Sorocco em Bangkok. Esse local ficou famoso por ter sido utilizado na filmagem do filme “Hangover II”. Lá tomei um drink delicioso, mas bastante caro (400 bahts), e apreciei a vista noturna do topo de um dos prédios mais altos da cidade.

Retornei e fui dormir cedo. O dia seguinte seria uma correria!

Dia 4 – Roteiro de Viagem Chiang Mai

Peguei um ônibus rumo a Chiang Mai – segunda maior cidade da Tailândia, e cheguei a cidade por volta das 15 horas.

Apesar do sono e do cansaço, pouco fiquei no quarto e já quis aproveitar o que a cidade teria a me oferecer, afinal ficaria de fato na cidade somente duas tardes e noites.

Parti rumo aos templos da cidade e, quando estava sozinho meditando em um deles, fui surpreendido por um grupo de 15 monges que logo iniciaram seus mantras – experiência transcendental.

Depois de 40 minutos, sai do templo meio desorientado, rumo a outro templo assinalado no mapa – Wat Chedi Luang.

No caminho, comprei a tour que estava planejando para o dia seguinte – para subir uma montanha com um grupo, dormir no topo da montanha junto de população local, e no dia seguinte praticar alguns esportes no rio e andar com elefantes 😀 – e fui ao templo que me faltava para o dia.

Tive sorte pois estava rolando o último dia de um festival nesse templo, o que me proporcionou uma experiência extremamente interessante.

Músicas Folclóricas

Diversas músicas folclóricas ecoando de maneira uníssona. Pessoas colocavam flores em todos os cantos possíveis e imagináveis do templo. Elas depositavam moedinhas de 1 baht em diversas cestinhas de metal (possivelmente para dar sorte).

Outros meditavam frente a imagens de buda ou frente a diversos monges que “jogavam” cinzas nelas; outros tantos colocavam água em pequenos baldes e, através de uma gigantesca corda, empurravam o baldinho para cima do templo, dando um “banho nele”.

Aproveitei um pouco a cena, tirei fotos, experimentei comidas das barraquinhas e parti ao hotel.

Descansei um pouco e arrumei minhas coisas. Logo sai novamente rumo ao “Night Bazar”, local em que inúmeras lojinhas se amontoam para vender coisas a turistas.

Dei uma boa olhada e comprei duas estátuas depois de muuuito barganhar (a primeira tinha valor inicial de 1100 bahts, comprei por 500; a segunda tinha valor inicial de 2900 bahts, comprei por 1200).

Depois de tudo isso, jantei e fiz uma belíssima massagem em meus pés – não imaginava o quanto precisava disso!

Dia 5 – Roteiro de Viagem Chiang Mai

O carro da excursão me pegou cedo no hotel, às 09:00. Logo partimos rumo as montanhas, aonde dormiríamos por uma noite e participaríamos de diversas atividades. Meu grupo era composto por um casal inglês, dois casais holandeses, um francês, uma australiana, duas alemãs, além desse que vos escreve.

Primeiramente, paramos em uma fazenda de orquídeas. A Tailândia tem um clima bastante propício para o crescimento dessas plantas e é um dos principais exportadores delas.

Depois disso, fizemos um stop em um mercado de produtos locais para comprarmos os mantimentos dos próximos dias.

Tive a oportunidade de ver galinhas inteiras sendo vendidas. Era possível comprar somente a pata delas em um espetinho. Havia sapos abertos ao meio vendidos em espeto, dentre diversas outras comidas bastante “exóticas”.

Tribo das Mulheres “Long Necks”

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Depois, visitamos brevemente a tribo das mulheres “long necks”, aquelas mulheres que colocam argolas no pescoço. O guia explicou que a razão para isso é que, dessa forma, elas poderiam ver melhor na floresta, o que seria útil para escapar de predadores e encontrar comida, além de servir como proteção.

Estava me sentindo como um conquistador europeu do século XV trocando dinheiro por itens das habitantes… sentimento ruim.

Trekking na Montanha

Almoçamos e logo começamos nossa trilha rumo ao topo da montanha, ficaríamos abrigados à noite nela.

Foram 3 horas de trekking intenso, meu corpo sedentário não estava acostumado com tal intensidade. Destaque para o guia, carinhosamente apelidado de Mr. Whiskey, porque ele estava em uma ressaca braba do dia anterior. Em todas as pausas desabava no chão e exclamava “No more Whiskey!”.

A sensação de chegar ao topo da montanha valeu por todas as horas de sofrimento da subida – saber que seu dever foi cumprido é indescritível. E nada como esticar as pernas!

O local serve como moradia para moradores locais, que inclusive possuem o idioma diferente dos restantes dos tailandeses.

O quarto foi dividido para todo o grupo, e havia diversos véus para que mosquitos não adentrassem a região dos colchões. O banheiro era bastante basicão e com muitos gatos. Havia no mesmo espaço uma ducha fria e uma privada no modelo oriental – a privada é no chão, e as necessidades devem ser feitas de cócoras.

Jantamos e passamos o restante da noite no grupo tomando cerveja e conversando sobre os mais diversos assuntos. Desde religião e música até estereótipos das nacionalidades daqueles presentes. Destaque adicional para o Mr. Whiskey que fez diversos truques e mágicas divertidas – está aí um sujeito figura.

Dia 6 – Roteiro de Viagem Chiang Mai

A partir das 3 da manhã os galos começaram a cantar de hora em hora… apesar de ter sido bastante cansativo, confesso ter sido uma experiência divertida e bastante inusitada.

Finalmente acordei em torno das 08:00 e tomei café da manhã com o pessoal; pouco depois saímos para descer a montanha rumo a uma cachoeira.

cachoeira-chiang-maiA cachoeira estava incrustada na floresta e se mostrava em perfeita harmonia e consonância com o ambiente. A água estava bastante gelada, mas foi delicioso tomar um banho na queda d’água!

 

elefante-banana-chiang-maiPartimos então, para as margens da floresta, aonde iria rolar um passeio de elefante. Subi em um deles e duas alemãs subiram em outro que estava ao lado. Andar em cima de um desses animais gigantescos e desengonçados é extremamente divertido, comumente os elefantes se desviavam do caminho da trilha em direção ao precipício para se alimentar das plantas, deu medo, mas foi muito divertido.

 

 

elefante-passeio-chiang-mai

Depois disso fomos fazer rafting e então bamboo rafting no rio. Refrescante e bacana competir entre os grupos, sempre sacaneando quando os caiaques se cruzavam.

Após toda a agitação, estava na hora de voltar para “casa”. Foram mais 2 horas de viagem até Chiang Mai. O pessoal do grupo combinou de se encontrar pela noite para sair, beber e jantar.

Mal cheguei no hotel e já sai correndo para visitar um templo grande da cidade que faltava. Nada demais, mas bom tirar a pulga da orelha. Na volta tomei um suco de pitaia (dragon fruit), morango e lichia – 60 bahts. Refrescante!

Noite em Chiang Mai

Voltei ao hotel e fui resolver a questão do transporte para o aeroporto na manhã seguinte – meu voo sairia as 6:45 da manhã. O dono do hotel ficou tentando me enrolar, dizendo que era muito cedo e não haveria transporte, e que teria que pagar caro. Depois de muita enrolação consegui agendar um transporte por 200 bahts.

Encontrei o grupo um pouco atrasado e fomos jantar. Depois fomos a um show de cabaré tailandês que estava acontecendo do lado. Surreal!

Shows engraçadíssimos e estranhos, alguns intencionais, outros toscos mesmo. Performers que não dava para distinguir se eram lady boys ou mulheres, atendentes lady boys bizarríssimos que passavam a toda hora querendo te apalpar. Faltam palavras para descrever a noite.

Depois queria ir embora, mas o pessoal insistiu para ficar mais um pouco. Fomos a um outro bar, tomamos cervejas e me atrevi a experimentar uma minhoca frita. Até que não era tão ruim, parecia batatinha frita mas mais cremosa :p.

Fechei a noite com chave de ouro. Hora de dormir!

 

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